5ª Geração de consoles
Época – Anos 90
Consoles - 3DO • Jaguar • Sega Saturn • PlayStation • Nintendo 64 • Virtual Boy • Game Boy Color
A 5ª geração dos consoles, ou como eu também gosto de chamar, Novos Clássicos do Video Game, foi marcada pela popularização dos consoles em CD. Na geração passada, os jogos em CD, não eram grande coisa… Travavam, havia dropping de imagem, eram caros, isso sem falar que em sua maioria, não traziam nenhuma melhoria gráfica para os jogos. À partir de agora, os consoles tinham em média 32 bits.
3DO Um novo conceito de console

Em 1993, é lançado o 3DO Interactive Multiplayer, ou simplesmente 3DO. Uma diferença deste console para outros, é que ele foi criado por uma empresa de softwares. A 3DO Company Group, que era composta por várias empresas, inclusive a ECA, Eletronics Arts, incumbiu a Panasonic de fazer um console para seus jogos. Todos imaginaram “Caramba, um videogame feito pelas empresas de jogos, então os jogos serão os melhores possíveis”. É, mas não foi assim. Apesar dos gráficos serem muito bons, podia-se contar nos dedos os jogos que realmente eram divertidos. Recapitulando… Sim, era um console com grande capacidade gráfica, mas com um preço de lançamento em torno de U$700 e somado aos jogos realtivamente ruins suas vendas nunca deslancharam, o que fez com que o 3DO chegasse a receber o título de pior console daquele ano.
Jaguar! A ATARI ataca com 64 Bits
Após os fracassos com os ATARI 5200 e 7800 a empresa tenta surpreender as outras lançando um console de 64 Bits. Com um preço relativamente bem acessível, por volta de U$250, o Jaguar tinha um grande potencial de vendas. Chegou a ter grandes jogos, como Doom, Alien Vs Predator e Tempest 2000, mas logo sua capacidade gráfica foi questionada pelos próprios jogadores que compraram o sistema, pois para um console de 64 Bits, os gráficos não estavam TÃÃÃÃÃOOOO diferentes dos consoles de 32 Bits assim. Foi descoberto então que o Jaguar foi feito sobre o projeto de um outro vídeo game de 32 Bits da ATARI que nunca foi lançado, o P
anther. A ATARI decidiu não lançar o Panther, mas manteve o mesmo processador de 32 Bits, apenas utilizou-se de aceleração gráfica para passar a impressão de gráficos de 64 Bits. Foi praticamente o mesmo processo que a empresa usou com seu portail Lynx na geração anterior. E por falar nisso, o que a Atari tem com nomes de felinos? Lynx, Panther, Jag
uar… Anyway, em vista de alguns fatores como a escassa grade de jogos e seu controle de 15 botões, que é tido por muitos como o pior controle já lançado para vídeo games, o Jaguar nunca ultrapassou as 250.000 unidades de venda e nem a criação de um CD ROM, salvou o console do fracasso. O impacto negativo foi tão grande, que faz com que a ATARI saia definitivamente do mercado de consoles domésticos, concentrando-se apenas no desenvolvimento de jogos.
Saturn, a Sega investe no novo console de 32 Bits

Depois do fracasso absoluto do SEGA 32X, uma espécie de periférico para ser adicionado ao mega drive e que “deveria” rodar jogos de 32 bits, mas mostrou-se um ter jogos medíocres e caros, a Sega investe pesado no seu próximo console. Determinada à ser a Nº 1 no Japão, em 1994 a Sega lança o Saturn. O console era muito poderoso, possuía 2 processadores centrais, que produziam uma excelente qualidade gráfica. Mas por esse motivo era difícil produzir jogos para ele. Surgiu até mesmo uma estatística que funcionava como uma espécie de desafio às empresas de jogos, que apenas 1 entre 100 programadores, era bom o suficiente para conseguir desenvolver jogos para o Saturn. O console foi muito bem aceito no Japão, chegando à vender cerca de 170.000 unidades no primeiro dia de lançamento. Todavia, esse sucesso não se repetiu nos Estados Unidos, onde nos 4 meses que antecederam lançamento de seu concorrente de 32 bits da Sony, o Playstation, haviam vendido pouco mais de 80.000 unidades. Esse baque culminou na perda de milhões de dólares e na demissão de quase 30% do efetivo da Sega no Japão e no mundo. No nosso Brasi si silllll, o Saturn foi lançado pelo “módico” preço de R$800. A Tec Toy, alegou que o preço alto era por causa dos altos impostos.
A Sony lança seu console e inicia-se o reinado do Playstation

Como dito antes, a Nintendo tem planos de um CD ROM e faz pesquisa com a Sony e
Philips para desenvolvimento do periférico. A Sony construiu o protótipo que parecia mais promissor, mas por desentendimentos internos envolvendo direitos autorais e divisão de royaltes, a Nintendo decide cancelar o projeto com a Sony, que continuou desenvolvendo o CD ROM, mas não mais como um periférico e sim como um console. Em 1994 no Japão e em 1995
no resto do mundo, o console de 32 Bits da Sony chega ao mercado. Muitos estavam céticos, pois apesar da Sony ser referencia na fabricação de Televisores e aparelhos de som, ela não tinha experiência no mercado de games. Foi um sucesso estrondoso, não só per ser um console relativamente barato (em relação à seus concorrentes) custando aprox. U$300, mas por que também o console acompanhava um CD com versões demo de vários jogos e de diferentes estilos, mostrando ter qualidade e variedade. O Playstation seria produzido por mais 11 anos, sendo considerado um dos consoles mais bem sucedidos da indústria do Video games.
Nintendo 64, o super poderoso da Nintendo.

Lançado em 1994, o Nintendo 64 firmou-se como o console de 5ª geração da Nintendo. Trazendo os tradicionais e exclusivos títulos da “linha” Mario Bros, o console tentava inovar com diferente
s tipos de jogos para seus consagrados personagens. Super Mario 64, Super Mario Kart, Super Smash Bros, todos títulos de sucesso que ajudaram o console a manter-se com altas vendas. A Nintendo começou a lançar diferentes tipos de Nintendo 64, como transparente, verde, vermelho, uva, rosa. Todos idênticos por dentro, mas alguns fãs da marca começaram a colecionar as diferentes cores do console. Outro artifício que fez com que o Nintendo 64 se popularizasse foi que de fábrica, ele já vinha com 4 entradas de controles e muitos jogos para até 4 jogadores. Mas havia um problema, a maioria dos jogos era voltada para o público infantil. O público mais velho queria jogos mais adultos e começaram a migrar para outros sistemas, fazendo assim a Nintendo perder uma boa fatia de jogadores o Playstation e posteriormente para o Dreamcast.
Virtual Boy! Quem disse que a Nintendo não tropeça?
Aproveitando o gancho da “Realidade Virtual” que estava na moda, em 1995 a Nintendo lança o Virtual Boy, o primeiro vídeo game portátil de 32 Bits 3D do mundo. Na verdade, de portátil ele não tinha muita coisa, já que a tela de reprodução era uma espécie de visor que pesava muito e tinha que ser apoiado numa mesa, para ficar estático enquanto o controle ficava nas mãos do jogador. Uma sucessão de erros fez com o Virtual Boy afundasse, entre eles, o visor era monocromático. Sim, um console de 5ª geração com visor monocromático. Para
simular o efeito 3D, colocaram uma película colorida vermelha e azul (como no cinema 3D) que não passa muita profundidade, tornando um 3D muito mixuruca. Outro problema era a biblioteca de jogos, que era pequena e repetitiva. Ok, os problemas que eu descrevi até agora, tem a ver com dificuldades técnicas do aparelho, se uma pessoa for MUITO fã do sistema, poderia ignorá-las, certo? Mas esses não eram os únicos problemas do console… O Vi
rtual Boy causava dores de cabeça. Sim, foi provado que jogar o console por muito tempo podia causar dores de cabeça e enxaquecas terríveis. Alguns jogos vinham até com o sistema de “auto-pause” para lembrar os jogadores de descansar a cada meia hora. Mas o pior ainda estava por vir, o Virtual Boy tinha uma contra indicação, em que crianças
menores de 8 anos não poderiam jogar, pois o visor poderia afetar o desenvolvimento da visão dessas crianças. Que pai em sã consciência deixaria seu filho adolescente ter uma “bomba dessas” para falar o português claro? Esse foi tido como o maior fracasso da Nintendo, que culminou com a demissão do idealizador do projeto, Gunpei Yokoi, que também foi o criador do Game Boy e do jogo Metroid.
Game Boy Color. O portátil da Nintendo agora tem cores

Com tela colorida e levemente mais fino, o Game Boy Color é lançado em 1998. Apesar de ter sido criado quase que 10 anos depois do Game Boy Monocrmátio, o Game Boy Color tinha os mesmos 8 bits de capacidade. Lançou alguns jogos de sucesso, como Mario Land e Wario Land, mas o que manteve o Game Boy Color na jogada, foi o Pokemom! Isso, os monstrinhos
de bolso viraram a febre do Game Boy color que teve várias edições, onde para completar o jogo em sua totalidade, você tinha que jogar todos eles. Outra coisa que ajudou nas vendas foram as diferentes cores em que os consoles foram lançados. Diferente do cinza e branco do Game Boy monocromático, a carcaça era colorida: - Azul, vermelho, amarelo e até transparente, exibindo a placa e todos os circuitos do console. Por causa disso, muitos aficionados começaram a colecionar os consoles de Game Boy Color.
Então é isso, se por um lado,nos despedimos da Atari no mercado de consoles, por outro damos boas vindas a Sony, que marca sua entrada no mercado com o playstation… Os jogos em CD agora são populares e assistimos o que parecia impossível,a gigantesca Nintendo deu uma bola fora. Aguardem que no próximo capítlo, haverá mais lenha no fogueira ainda.


O Mega Drive. Lançado com o nome de ”Genesis”, no mercado americano, adicionou mais lenha na fogueira entre Sega e Nintendo, com o slogan “Genesis does… What Nintendon’t”, traduzindo, o Genesis faz o que o Nintendo não faz! Com uma grande quantidade de jogos, muitos deles portados do Arcade como Golden Axe, Altered Best e Shinobi, o Genesis caiu rapidamente no gosto 
ROM tinha várias falhas, como por exemplo, a demora em ler alguns títulos, a qualidade dos vídeos era inferior à de qualquer filme em VHS e os jogos, apesar de terem o som melhor, não traziam nenhuma outra grande inovação gráfica. Mas o Sega CD vendeu muitas unidades no mundo inteiro, e é responsável por ter lançado o que é considerado por muitos, o melhor título de Sonic já feito. 





também o console mais caro da 4ª geração, chegando à custar U$700. A maioria de seus jogos era de cunho educacional (operações matemáticas, gramática do inglês, etc…), livros digitais com história e jogos de tabuleiro digitais deixando pouquíssimos títulos para fazer esse console parecer realmente um video game. O pior é que os jogos eram medíocres, tinham jogabilidade muito ruim, não respondiam ao controle e perdiam feio para a Sega e a Nintendo, em matéria de diversão nos jogos. Acredito que a única característica que podemos ressaltar do CD-i, é que ele é o ÚNICO console que não é da Nintendo, a possuir Mario Bros e Zelda em sua grade de jogos.


realmente eram. Esse recurso seria usado mais pra frente em outro console da Atari vocês sabem qual, não? Anyway, se por um lado, ele usava um caminhão de memória para os gráficos, acabou sobrando pouca para rodar os jogos, fazendo com que




Tática”. Nesse jogo, seus personagens estão dispostos num campo de batalha e devem ser movidos individualmente até o encontro do inimigo. Imagine como se fosse um jogo de xadrez, em que cada peça tem um determinado movimento no tabuleiro… Umas peças movem-se diferente das outras… Existem ataques diferentes… Algumas peças são muito importantes enquanto outras são descartáveis… Assim como no xadrez, se você perder seu rei, você perde o jogo… E no caso, sei rei é a bela Princesa Iris. Se ela for derrotada, adeus… Bem, você começa com a princesa e outros 4 personagens e de 4 classes diferentes:
Um Lord, que são lutadores que usam pesadas armaduras e tem grande defesa, mas tem pouco ataque;
fogo, vento, água… E pela união dos seus poderes eu sou… Ahhhh faltou o coração! Anyway estes elementos são de tremenda importância para os personagens. Por exemplo, um personagem de elemento água, é forte contra fogo, mas fraco contra vento; Elemento fogo é forte contra vento, mas fraco contra água; Elemento vento é forte contra água, mas apanha feio do fogo; Imagine um jogo de Jo-ken-po, ou também conhecido como pedra, papel e tesoura… Cada qual ganha de um, mas perde para outro. E quanto elemento Terra, você pergunta… Calma gafanhoto, eu explico! O elemento terra é muito especial… Ele não tem vantagem ou desvantagem alguma contra os outros elementos. NOSSA! Especialíssimo, hein?¬¬. O que acontece é que os
personagens de elemento terra, possuem a habilidade de usar magias e muitas delas usam elementos, como a Blaze, que usa elemento fogo, ou a Flash que utiliza o elemento ve
nto e assim por diante. Bem, vamos ao jogo como eu disse você está no campo de batalha e deve mover seus personagens por turnos até os inimigos. Uma vez que tenha movido todos seus personagens, é a vez do inimigo, que também fará o mesmo com suas tropas. Vai notar que eles são todos iguais… Todos de roupa marrom e com uma tremenda de uma interrogação na cara. Bem, na verdade eles estão camuflados e só mostrarão a verdadeira forma na hora da batalha, ou quando forem atacados por magia. Existe uma magia chamada “Scan”, que inicialmente só Iris a tem, que pode revelar os inimigos à distância. By the way, Iris é a única personagem que possui alto poder de ataque e consegue usar magias. Assim que mover seu personagem e deixá-lo à uma posição
adjacente ao inimigo, ou seja acima, abaixo, à direita ou à esquerda, haverá 2 opções, “pass”que seria passar a vez, ou “Attack” que é atacar o oponente. Feito isso inicia-se o combate, que coloca cada personagem em lados opostos e quem declarou o ataque tem a iniciativa, ou seja, é quem escolhe a primeira ação, baseada num menu que aparecerá com as opções Battle, que é atacar o oponente; Retreat, que é retirada da batalha; Spell, que é utilizar uma magia. Assim que fizer sua escolha, que não seja retreat, o personagem fará sua ação e uma vez feito isso será a vez do oponente, que poderá atacar ou utilizar magia. São dois turnos que o atacante e o defensor têm direito, então pode-se atacar
uma vez e utilizar magia no próximo turno ou fugir ou… Bem, entenderam a figura, certo? Importante ressaltar que os inimigos NUNCA usam retreat, então cuidado ao atacar um oponente na esperança que ele irá fugir, pois isso não irá acontecer. Se você ganhar o combate, receberá 4 pontos de experiência (não importando se o inimigo é fraco ou forte, são sempre 4 pontos), que somam aos que o personagem já tem e servem para subir de nível. À cada nível alcançado deixa seu personagem mais forte, aumentando seu life, força, pontos de magia, resistência e etc. Durante o ataque, podem ocorrer 3 fatores, o primeiro é que seu personage
m acerta o golpe; Ele pode errar o golpe ou “Misses”, não tirando life do oponente; Ou pode fazer o acerto crítico “Critical”, tirando o dobro de life. Estes últimos dois, parece ser influenciado pelo status “Luck”, ou sorte, em que acontece meio que um sorteio com a sua sorte e a do oponente, definindo se o ataque acertou, errou, ou foi crítico. Mas isto acontece tão ramdom durante o jogo, que não dá pra traçar um padrão sobre isso. Assim como no seu grupo, as hordas de Jyn são compostas por Warriors, Wizards, Healers, etc… Mas existem uma classe que só esta disponível para o inimigo, é a War Lord, ou Senhor da Guerra. São inimigos MUITO fortes, com grande ataque e defesa. São oponentes formidáveis mesmo enfrentando elementos mais fortes e Jamais os enfrente com um elemento mais fraco, pois seu personagem pode morrer no primeiro golpe. À eles foram entregues os cristais do reino e irão defendê-los até o fim. Além dos exércitos de Jyn, existem outros oponentes que irá enfrentar,
são os monstros. São criaturas de baixo ataque e life mais baixo ainda, que estão dispostas pelo mapa e que se seu personagem passar à 3 quadros ou menos de distância deles, irão atacar. Mas o mais interessante sobre esses monstros, que assim que derrotados, eles estarão à seus serviços, ou seja, poderão serem usados como aliados na batalha. Quando de posse de pelo menos um monstro durante a batalha, seu personagem irá ganhar o comando “Monster”, que ao acionado, lhe mostrará os monstros que possui e você poderá escolher qual quer usar. Uma vez escolhido, o tomará o lugar do personagem na batalha, para atacar ou apanhar em seu lugar. Lembra que eu disse que esses monstros são bem fraquinhos? Você pode utilizá-los como bucha de canhão mesmo, tipo pra levarem a breca ao invés do seu personagem favorito. Tem
gente que evita os monstros, mas eu não, por 3 motivos: Eles viram aliado quando derrotados, como eu escrevi à pouco; Mesmo fracos, eles dão pontos de experiência e por fim, por que eles ainda valem uma grana. É verdade, esqueci de dizer que quando você derrota um inimigo, você de quebra ainda ganham um troco! Quando você passa de fase, você na verdade está libertando uma das cidades dominadas por pelas tropas de Grym, então feito isso você aparece numa nova cidade, onde pode visitar vários lugares para reunir informações, entre eles uma vidente, que cobra $10 pra ler seu futuro. Algumas vezes ela vai dizer coisas como “Vejo fogo em todo lugar”… O que leva à crer que haverão vários inimigos de elemento fogo na próxima fase. Ou que “Sinto que um dos
cristais está próximo”… Pode ser que na próxima fase haja um Senhor da Guerra. Mas tem umas vezes que ela é menos prestativa e diz, por exemplo, “Monstros derrotados podem ser usados em batalhas”, ou seja, você está pagando 10 paus pra ela te dizer o que você já sabe! Outro lugar que você deve visitar é o “Inn” ou estalagem. Além de salvar seu progresso, lá sempre haverá um novo personagem à ser contratado. São ex-soldados, súditos leais, patriotas e esse tipo de gente, esperando uma chance de ajudar na causa. Tá, se eles estão com TANTA vontade de ajudar, porque você tem que pagar pra contratá-los? ¬¬ E são bem caros, às vezes custando + de 60% do que você
ganhou na fase anterior e se você não os contratar, o mesmo personagem não estará disponível na próxima cidade. Então passe no Inn antes de ir à qualquer outro lugar na vila para não sentir-se tentado e gastar sua grana. Você pode também comprar magias para seus Wizards e Healers e comprar novas armas e equipamentos para seu grupo. Feito isso, você parte para outro mapa e tenta libertar outra cidade. Por falar nisso, há outra maneira de passar de fase sem derrotar todos os oponentes da fase. Se você tomar a cidade oponente, ou seja, levar Iris ou algum dos outros personagens até a entrada da cidade sitiada, você passa da fase, mas não recomendo, pois isto faria seus personagens deixarem de ganhar preciosos pontos de experiência. E tome muito cuidado, pois se o contrário acontecer, ou seja um dos inimigos conseguir miraculosamente passar pelo seu exército e tomar a cidade onde você estava, você perde o jogo. Então pense numa estratégia para não deixar seu reino desprotegido.
detalhadas, que acredito que quase se iguala à um gráfico de 16 bits. O fator de divertimento e jogabilidade também estão muito bem representados nesse jogo. O jogo foi muito bem recebido no Japão, mas nos USA a história foi outra. Apesar de ter recebido excelentes críticas das revistas e ter o sistema de jogo parecido com o Shining Force, o jogo não deslanchou. Uns dizem que foi cor causa do estilo de personagem “SD ou super deformed”, que não agradou aos jogadores, outra possibilidade é que o tipo de jogo Tactics só fazia sucesso no Japão e os americanos não foram com a cara do sistema. Mas há boatos de que o jogo foi boicotado pelos americanos pelo fato dos personagens terem um estilo meio árabe, como usarem turbantes e véus, ou usarem falciones e cimitarras como armas… e se notarem a data em que foi lançado o jogo, verão que
foi bem no meio de um pequeno conflito no Oriente Médio chamado “Guerra do Golfo”. Eu com paranóia? Gente, americano é um povo meio complicado, se mudaram o nome das batatas fritas deles, de “french Fries” para “Fredom Fries” por que a França não quis entrar de gaiato na última guerra, então o que dizer de um jogo que os personagens parecem saídos do Oriente Médio? Voltando à vaca fria… Quase 4 anos depois do lançamento do Crystal Warriors, foi lançado uma continuação chamada Royal Stone, que até trazia algumas melhorias gráficas e um sistema da batalha parecido, o mas sem ter muita criatividade no enredo. O jogo não foi tão bem recebido como seu predecessor e por conta disso acabou nem saindo do Japão. Este foi o primeiro RPG Tactics que joguei e apesar de quase ninguém ter ouvido falar desse jogo, tem um lugar muito especial na minha coleção.
Jogo –